Começa a revolução comercial

Desde os anos 50´s que na pré-história das teorias de marketing, as empresas começaram a valorizar a comunicação e a relação com o cliente colocando-o no epicentro da actividade comercial. A criação de novos meios e processos de distribuição de produtos, a melhoria do serviço de atendimento e da relação com o cliente, o desenvolvimento da publicidade e a valorização dos processos de comunicação, manifestavam uma nova intenção – atribuir um valor acrescentado aos produtos e serviços.

No seio desta preocupação estava a relação cognitiva e afectiva entre clientes e marcas/produtos/vendedores. Começámos com o comércio ambulante e com as feiras, criámos o comércio lojista especializado, construímos pequenos centros comerciais e passámos ao patamar dos grandes centros de distribuição e embora nesta “cadeia filogenética”, nenhum dos principais modelos de comércio e distribuição tenha substituído totalmente os anteriores, o que é facto é que hoje o consumo em massa está concentrado nos grandes centros comerciais e dos seus antecessores pouco resta.

Depois dos gigantes da distribuição darem à costa nos final dos anos 80´s, no final da década de 90´s entrámos numa nova etapa - chegou o comércio electronico e as vendas pela internet. E se tudo correr da mesma forma que no passado, mais uma vez, os modelos anteriores ficarão obsoletos e viverão dificuldades. Será possivel repetir-se esta história?



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